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	<title>Clínica Imabe</title>
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		<title>Candidíase vaginal recorrente</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2018 13:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[candidiase]]></category>
		<category><![CDATA[candidiase vaginal recorrente]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá meus amigos! Tudo bem? Tenho recebido muitas perguntas de várias pacientes sobre candidíase vaginal recorrente e por isso decidir então conversar com vocês um pouco sobre esse assunto. Gostaria que este texto fosse lido inclusive pelos parceiros das mulheres acometidas por essa doença, ok? Antes de mais nada precisamos falar sobre uma coisa: candidíase vaginal NÃO é doença sexualmente transmissível (DST). Recebo varias pacientes no consultório em situação extremamente desconfortável contando que seus parceiros acham que estão sendo traídos sexualmente pelo fato delas terem candidíase vaginal. Então meus caros,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá meus amigos!</p>
<p>Tudo bem?</p>
<p>Tenho recebido muitas perguntas de várias pacientes sobre <strong>candidíase vaginal recorrente</strong> e por isso decidir então conversar com vocês um pouco sobre esse assunto. Gostaria que este texto fosse lido inclusive pelos parceiros das mulheres acometidas por essa doença, ok?</p>
<p>Antes de mais nada precisamos falar sobre uma coisa: candidíase vaginal <strong>NÃO</strong> é doença sexualmente transmissível (DST). Recebo varias pacientes no consultório em situação extremamente desconfortável contando que seus parceiros acham que estão sendo traídos sexualmente pelo fato delas terem candidíase vaginal. Então meus caros, volto a falar que candidíase vaginal não é transmissível por relação sexual.</p>
<p>Então o que seria candidíase vaginal?  Tentando explicar resumidamente, candidíase vaginal é uma doença onde ocorre geralmente um corrimento vaginal de aspecto leite coalhado, sem cheiro associado a coceira intensa em vagina e vulva. Essa doença pode acometer até 70 % das mulheres durante sua vida, iniciando na infância indo até o climatério. É causada por um fungo chamado <em>Candida</em>. Fungos são microorganismos que normalmente causam micoses que podem ocorrer na pele, mucosa ou órgãos internos. Existem vários tipos de <em>Candida</em> e a que mais causa a candidíase vaginal é a <em>Candida</em> <em>albicans</em>.</p>
<p>Podemos ainda dividir as mulheres que tem candidíase em dois grupos: candidíase <strong>não complicada</strong> e <strong>complicada</strong>. Essa divisão ocorre pesando principalmente em relação ao tratamento que é diferente em cada uma delas. A candidíase não complicada seria aquela que ocorre em mulheres não diabéticas, mulheres que não usam medicamentos que alteram a imunidade (por exemplo remédios para reumatismos ou câncer) e mulheres que não estão gravidas. A candidíase complicada seria aquela que ocorre em gestantes, mulheres com imunidade alterada, mulheres diabéticas e quando ocorre com frequência maior ou igual a 4 episódios ao ano e nesse caso chamamos de candidíase vaginal recorrente.</p>
<p>Em breve postarei mais informações relevantes sobre este tema.</p>
<p>Dr Octavio Grecco</p>
<p>Médico Especialista em Alergia e Imunologia</p>
<p>Diretor Técnico da Clínica IMABE</p>
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		<title>Alergias de Verão</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergia]]></category>
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					<description><![CDATA[Como estamos no verão, penso que seria interessante falar com vocês sobre algumas formas de doenças alérgicas que podem aparecer ou mesmo piorar nesta época.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div      class="vc_row wpb_row section vc_row-fluid " style=' text-align:left;'><div class=" full_section_inner clearfix"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner "><div class="wpb_wrapper">
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			<p>Olá meus amigos!</p>
<p>Como estamos no verão, penso que seria interessante falar com vocês sobre algumas formas de doenças alérgicas que podem aparecer ou mesmo piorar nesta época.</p>
<p>Nosso país é agraciado com uma costa litorânea extensa, belíssima e muito ensolarada nessa época, o que favorece uma exposição maior à luz solar e maior frequência de esportes aquáticos ou ao ar livre, tanto na praia como no campo, coincidindo com as férias escolares e viagens para novos destinos, que  consequente proporcionam o contato com situações ou alimentos não rotineiros, como por exemplo: frutas tropicais, peixes, frutos do mar e camarão, que uma vez ingeridos com maior frequência podem inesperadamente resultar na antecipação do término do passeio pelo aparecimento de alergias.</p>
<p>Começando pelas alergias que ocorrem principalmente na <strong>pele</strong> temos:</p>
<ul>
<li><strong>Estrófulo</strong> ou <strong>alergia de picada de insetos</strong> como pernilongos, borrachudos, mosquitos, carrapatos entre outros. Normalmente, essa reação ocorre mais nas crianças e está relacionada com reação à saliva destes insetos. Pode causar extremo desconforto. Porém, na grande maioria dos casos a reação ocorre no local da picada. Neste caso o ideal seria a prevenção da picada com uso de repelentes potentes, que devem ser aplicados antes de expor-se a locais com estes insetos.  O produto deve ser reaplicado conforme a necessidade, por exemplo: se a pessoa tem muita sudorese ou faz esportes aquáticos deve-se aumentar a frequência das reaplicações.</li>
<li><strong>Fotodermatoses</strong>: são reações na pele estimuladas pela luz solar ou ou pela luz artificial. Como exemplos de reações alérgicas à luz temos: a <strong>urticária solar</strong> onde ocorrem manchas ou placas avermelhadas elevadas na pele com muito prurido nas áreas expostas à luz.</li>
<li>Outra reação na pele que é muito frequente no verão é a <strong>fitofotodermatite, </strong>esta ocorre após o contato da pele com substâncias que causam sensibilização como plantas e frutas, e o exemplo clássico é o contato com o limão (ou outras frutas cítricas) da caipirinha na praia. Nesse caso o contato com o suco ou a casca de fruta em associação com a luz solar causa lesões tipo queimaduras (raramente bolhas) que viram manchas escuras no local. Outro exemplo são as reações <strong>fotoalérgicas</strong> ou de <strong>fotossensibilização</strong> por medicamentos ou substâncias químicas. Alguns dos causadores destas reações são as <strong>fragrâncias</strong> (contidas em cosméticos, produtos de cuidados pessoais, perfumes, alimentos entre outros), <strong>anti-inflamatórios</strong> em spray ou creme e pomadas de <strong>antibióticos. </strong>Neste caso as reações ocorrem nos locais onde foram aplicadas as substâncias e surgem manchas vermelhas com bolinhas com água e prurido que evoluem para descamação e manchas escuras no local afetado. Essa reação pode ocorrer também de forma mais generalizada quando a pessoa toma medicamentos orais como diuréticos, antibióticos ou anti-inflamatórios.</li>
<li>Outro grupo de alergias que ocorrem na pele mas não necessariamente estimuladas pela luz solar é a <strong>Dermatite de Contato. </strong>Seria aquele caso que, nessa época, a pessoa usa com mais frequência cosméticos, filtro solar, cremes hidratantes faciais e corporais entre outros, e ocorrem lesões na pele com bolinhas com água, manchas vermelhas, prurido e depois viram manchas escuras ressecadas no local.</li>
<li>Existe também a <strong>urticária colinérgica</strong>, o que causa a formação de bolinhas com muito prurido após elevação de temperatura corporal, como por exemplo no exercício.</li>
<li>Devemos lembrar também da <strong>Dermatite Atópica</strong> (<strong>Eczema Atópico</strong>) que geralmente inicia-se na infância e pode piorar no verão devido ao aumento da sudorese. Ela é caracterizada pela presença de eczema (bolinhas com água, manchas vermelhas e prurido). Dependendo da idade acomete regiões específicas do corpo, como: em bebês na face, no couro cabeludo e na superfície externa braços e pernas, no caso de crianças, adolescentes e adultos aparecem nas regiões de dobras cotovelos e joelhos.</li>
</ul>
<p>Entre as alergias não exclusivas da pele, também são frequentes no verão:</p>
<ul>
<li><strong>Rinite e asma por pólen </strong>&#8211; Algumas plantas e árvores produzem maior quantidade de pólen no final da primavera e no verão, quando consequentemente ocorre a piora dos sintomas para alérgicos à esse inalante. A alergia a pólen ocorre mais frequentemente nos estados pertencentes à região Sul de nosso país.</li>
<li>Por fim, um grupo de alergias que tem aumentado muito nos últimos anos é a <strong>Alergia Alimentar</strong> em suas variadas formas. Esta pode ocorre mais no verão devido às viagens para praias onde há um maior consumo de peixes, camarão, frutos do mar e frutas tropicais. Uma situação típica seria aquela que a pessoa já sabia ser alérgica a um determinado o alimento e o ingere acidentalmente (às vezes as panelas ou utensílios de cozinha não são lavados adequadamente para eliminar os resíduos e ao  preparar  outros pratos diferentes  acabam misturando-se).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aproveito para desejar a todos um ótimo 2018!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraços,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dr Octavio Grecco</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;"><em>*Dr Octavio Grecco, é alergista e imunologista da Clínica IMABE.</em></span></p>

		</div> 
	</div> </div></div></div></div></div>
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